Noite de prazer

Boa noite, Cibellyndos!

Havia combinado de atender ele pela primeira vez em meu apartamento. Era educado ao telefone, mas demonstrava certa timidez ao falar sobre seus desejos. Combinei cada detalhe para tornar a experiência especial: iluminação suave, música envolvente e um vinho gostoso para estimular nossos sentidos.

Assim que tocou a campainha, meu coração acelerou um pouco – sempre fico com aquela adrenalina gostosa antes de um encontro. Abri a porta usando um robe de seda que deixava transparecer minhas curvas, o suficiente para despertar a imaginação sem entregar tudo de imediato. Pude notar como o olhar dele correu pelo meu corpo, e um leve sorriso em seu rosto revelou que a atração era mútua.

Conduz pela sala, onde servi uma taça de vinho. Conversamos brevemente e percebi que ele relaxava a medida que eu o incentivava a falar sobre si. Enquanto conversavamos,acariciei seu braço para quebrar a barreira inicial. O contato sutil fez com que ele me devolvesse um sorriso cheio de expectativa.

Depois de alguns goles de vinho e uma conversa envolvente, convidei-o para o quarto. O ambiente estava preparado com iluminação leve e discreta. Fechei a porta, deixando a luz suave iluminar nossos rostos. Ele estava parado, meio sem saber como prosseguir, então me aproximei lentamente. Em seguida, dei um beijo leve em seus lábios, sentindo a respiração ansiosa.

Suas mãos começaram a explorar minhas curvas quando eu desfiz do meu robe, ficando apenas com a lingerie vermelha que ele havia pedido. O ar pareceu ficar mais denso, carregado de tensão e desejo. Nossos beijos tornaram-se cada vez mais profundos e cheios de desejos.

Pouco a pouco, fomos nos despindo, cada peça de roupa caindo ao chão. O calor de nossos corpos aumentava enquanto percorríamos a pele um do outro. Ele se mostrou extremamente carinhoso, acariciando-me com cuidado e vontade, arrancando suspiros de mim.

Com suavidade, guiei ele até a cama. Deitei-me, deixando que ele descobrisse meu corpo ao seu ritmo. Nossas mãos se encontravam em carícias lentas e firmes, explorando cada contorno. Os beijos se transformaram em mordidas suaves e, a cada gemido, sentíamos o desejo crescer ainda mais.

A química entre nós tornou-se evidente conforme os toques se intensificavam. Cada movimento ficava ainda mais estimulante. Em meio a sussurros mútuos, chegamos ao ápice do prazer que nos deixou exaustos e ao mesmo tempo repletos de uma sensação de desejo realizado.

Depois do clímax, ficamos abraçados por alguns minutos, saboreando a cumplicidade e o aconchego do momento. Servi mais uma taça de vinho e conversamos sobre como aquela experiência foi transformadora. Ele me contou que nunca havia se sentido tão a vontade para expressar seus desejos. Eu me senti honrada por ter proporcionado essa liberdade.

Por fim, acompanhei-o até a porta com um beijo suave de despedida. Ele se foi com um sorriso satisfeito e a promessa de retornar em breve. Para mim, ficou a sensação de dever cumprido e vontade de quero mais…

Beijinhos da Ci

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